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segunda-feira, 12 de março de 2012

Estrangeiros: Arte e Informal e Pop Art: obras do acervo do GAM


Josef Albers (1888 - 1976), Homage to the square. Out and In, 1954, olio su masonite, cm 61 x 61, GAM – Galleria Civica d’Arte Moderna e Contemporanea.



Galleria Civica d’Arte Moderna e Contemporanea GAM Torino
16 março - 10 junho, 2012





Allen Jones, Janet is wearing…, 1965, litografia, cm 60 x 48, GAM – Galleria Civica d’Arte Moderna e Contemporanea.



Com o intuito de aumentar a visibilidade de seu acervo, nos últimos dois anos, o GAM de Turim tem alternado uma série de exposições temáticas apresentando suas obras mais valiosas.

With the intention to enhance the visibility of its collection, in the past two years the Turin GAM has alternated a series of thematic exhibitions showcasing its most valuable works.



Anna Eva Bergman (1909-1987), n. 21 - 1964 Grande Barque, 1964, olio, vernici e dorature su tela, cm 150 x 300, GAM – Galleria Civica d’Arte Moderna e Contemporanea.



Nessa linha está a próxima exposição Strangers (Desconhecidos)
, solicitada por Riccardo Passoni e hospedada nos espaços da área de exposição no primeiro andar do museu.

Along this line is the upcoming exhibition Strangers, requested by Riccardo Passoni and hosted in the spaces of the Exhibition Area on the first floor of the museum.





Jean Fautrier (1898-1964), Angles, 1958, olio su carta applicata su tela, cm 38 x 61.5, Deposito Fondazione CRT Progetto Arte Moderna e Contemporanea.





O programa vai oferecer aos visitantes a oportunidade de descobrir uma parte importante de ricas coleções do museu, enquanto investiga a história de sua política de aquisições, em particular no que diz respeito a arte "estrangeira".

The show will offer visitors the chance to discover an important portion of the museum’s rich collections, while investigating the history of its acquisition policy, in particular for what concerns “foreign” art.




Hans Jean Arp (1886-1966), Lunette et lorgnon – le squelette et son entourage, 1959, serigrafia, cm 49.8 x 67, GAM – Galleria Civica d’Arte Moderna e Contemporanea.



É graças a esta política que, ao longo dos anos, a GAM se tornou um dos principais museus de arte contemporânea na Itália e entre os mais renomados na Europa.

It is thanks to this policy that throughout the years the GAM has become one of the major museums of contemporary art in Italy and among the most renowned in Europe.




Norman Bluhm (1920-1999), Chariot, 1965, olio su tela, GAM – Galleria Civica d’Arte Moderna e Contemporanea.




Nas duas primeiras décadas do século 20, o museu estava profundamente enraizado em sua realidade local.

In the first two decades of the 20th century, the museum was deeply rooted in its local reality.






Karel Appel (1921- 2006), Two figures, 1961, olio su tela, cm 130 x 195, GAM – Galleria Civica d’Arte Moderna e Contemporanea.



Foi só após a Segunda Guerra Mundial que começou a ter uma visão mais internacional, como conseqüência de uma campanha de aquisição intensa para além das fronteiras nacionais.

It was not until after WWII that it began to take on a more international vision, as a consequence of an intense acquisition campaign beyond national borders.






Hans Hartung (1904-1989), Composition T.50-5, 1950, olio su tela, cm 97 x 146, GAM – Galleria Civica d’Arte Moderna e Contemporanea.



Os 60 trabalhos apresentados neste nesta exposição datam deste período, o que trouxe um rejuvenescimento real para  coleções do museu.

The 60 works featured in this exhibition date back to this particular period which brought about a real rejuvenation of the museum collections.




Hans Jean Arp (1886-1966), Scultura di silenzio 'Corneille', 1942, calcare rosa, cm 48 x 41 x 53, GAM – Galleria Civica d’Arte Moderna e Contemporanea.




Entre 1951 e 1961, Torino hospedou  7 exposições intituladas Pittori d'Oggi. Francia Italia (França Itália: pintores de hoje) em última análise, incorporando-se na coleção GAM muitas das obras de arte importantes exibidas.

Between 1951 and 1961, Torino hosted 7 exhibitions titled Pittori d’Oggi. Francia Italia (France Italy: Today Painters) ultimately incorporating into the GAM collection many of the important artworks displayed.




Eduardo Chillida (1924- 2002), Elogio del fuoco, 1955, ferro forgiato, cm 43.5 x 96 x 67, GAM – Galleria Civica d’Arte Moderna e Contemporanea.



Além disso, nos anos do pós-guerra, o museu restaurou a prática de adquirir obras das Bienais de Veneza, bem como de importantes galerias e colecionadores particulares que faziam parte da cena vibrante evolução cultural da época.

Also, in the post war years, the museum restored the practice of acquiring works from the Venice Biennales, as well as from important galleries and private collectors that were part of the vibrantly evolving cultural scene of the time.





Hans Jean Arp (1886-1966), Constellation 'selon les lois du hasard, 1959, serigrafia, cm 67 x 49.8, GAM – Galleria Civica d’Arte Moderna e Contemporanea.



A primeira compra da Bienal remonta a 1954 e foi uma ousada:  intitulada 
Escultura do Silêncio de, Corneille por Hans Arp de 1942, a peça será exibida na primeira sala da exposição, juntamente com 5 serigrafias pelo mesmo artista, datado de 1959.

The first purchase from the Biennale dates back to 1954 and was a daring one: titled Sculpture de Silence, Corneille by Hans Arp from 1942, the piece will be displayed in the first room of the exhibit together with 5 screen prints by the same artist, dated 1959.



Norman Bluhm (1920-1999), Balsazzer fest, 1959, olio su tela, cm 144 x 163, GAM – Galleria Civica d’Arte Moderna e Contemporanea.



A exposição se desenrola mostrando algumas das expressões mais significativas da arte internacional, que foram compradas entre os anos 1950 e 1970, representando diferentes movimentos artísticos.

The exhibition unfolds displaying some of the most significant expressions of international art, which were purchased between the late 1950s and 1970s, representing different artistic movements.





Hans Jean Arp (1886-1966), Constellation, 1959, serigrafia, cm 67 x 49.8, GAM – Galleria Civica d’Arte Moderna e Contemporanea.



A partir do agrupamento consistente de Arte Informal (com obras de André Masson, Wols, Bissiere Roger, Hans Hartung e Pierre Soulages, entre outros), os exercícios óptico-geométricos de Beverly 
Pepper ao o núcleo da Pop Art americana, que chegou ao museu por conta de uma série de aquisições valiosas a partir dos anos 1960 (o mesmo que aumentou o valor das colecções com a única tela apenas de Picasso):

From the consistent grouping of Art Informel (with works by André Masson, Wols, Roger Bissiere, Hans Hartung and Pierre Soulages among others), the optical-geometrical exercises by Beverly Pepper to the core of American Pop Art, which reached the museum on account of a series of valuable acquisitions from the 1960s (the same that enhanced the value of the collections with the only canvas by Pablo Picasso):




Hans Jean Arp (1886-1966), Echelonnement, 1959, serigrafia, cm 67 x 49.8, GAM – Galleria Civica d’Arte Moderna e Contemporanea.



em exibição estão as obraa de Andy Warhol 
Orange Car Crash de 1963, e onze serigrafias de artistas americanos Roy Lichtenstein,  James Rosenquist, Tom Wesselmann e artistas ingleses como Allen Jones e Peter Phillips, todos os quais fizeran originalmente parte de um único lote comprado da Galleria Sperone em 1967.

on display are Andy Warhol’s masterpiece Orange Car Crash, 1963, and eleven silkscreens by American artists Roy Lichtenstein, James Rosenquist, Tom Wesselmann, and English artists Allen Jones and Peter Phillips, all of which were originally part of a single lot purchased from the Galleria Sperone in 1967.




Hansjorg Glattfelder (1939), Studio di strutturazione seriale, 1965, tempera su tela, GAM – Galleria Civica d’Arte Moderna e Contemporanea.



Com a atividade intensa 
expositiva dos anos 1970 o museu organizou vários shows individuais de famosos artistas nacionais e internacionais, e muitas vezes as exposições resultaram na aquisição de um ou mais dos trabalhos expostos.

With the intense exhibition activity of the early 1970s the museum hosted several solo shows by famous national and international artists, and very often the exhibitions resulted in the acquisition of one or more of the displayed works.







Auguste Herbin (1882-1960), Mi, 1947, olio su tela, cm 65 x 100, GAM – Galleria Civica d’Arte Moderna e Contemporanea.

A partir deste período em particular, estão as obras de Anna Eva Bergman e Gerard Schneider, e as fotografias soberbas de Irving Penn, impressões originais de prata gelatina doados ao GAM pelo próprio fotógrafo.

From this particular period are the works by Anna Eva Bergman and Gerard Schneider, and the superb photographs by Irving Penn, original gelatine silver prints donated to the GAM by the photographer himself.




Karel Appel (1921-2006), Nude (Nude series), 1963, olio su tela, cm 160 x 130, Deposito Fondazione CRT Progetto Arte Moderna e Contemporanea.




Galleria Civica d’Arte Moderna e Contemporanea GAM Torino
Via Magenta 31
+ 39 011 4424918
Torino

terça-feira, 6 de março de 2012

Giò Pomodoro. O caminho de um escultor: 1954-2001





Pomodoro. O caminho de um escultor: 1954-2001 - Em Monferrato a maior retrospectiva dedicada ao mestre do Absoluto. 
ALESSANDRIA: Palazzo del Monferrato/ Palazzo Cuttica / Galleria Carlo Carrà di Palazzo Guasco / Camera di Commercio; NOVI LIGURE: Museo dei Campionissimi; TORTONA: Palazzo Guidobono; CASALE MONFERRATO: Palazzo Magnocavalli; ACQUI TERME: Villa Ottolenghi, Borgo Monterosso; VALENZA: Oratorio San Bartolomeo. 

Giò Pomodoro. Il percorso di uno scultore: 1954-2001 – Nel Monferrato la più grande antologica dedicata al maestro dell’Assoluto. ALESSANDRIA: Palazzo del Monferrato/ Palazzo Cuttica / Galleria Carlo Carrà di Palazzo Guasco / Camera di Commercio; NOVI LIGURE: Museo dei Campionissimi; TORTONA: Palazzo Guidobono; CASALE MONFERRATO: Palazzo Magnocavalli; ACQUI TERME: Villa Ottolenghi, Borgo Monterosso; VALENZA: Oratorio San Bartolomeo.






Até 30 de abril de 2012 com curadoria de Marco Meneguzzo e Giuliana Godio. Um percurso que desenrola em 
nove lugares espalhados, incluindo moradias, palácios e museus. Oportunidade maravilhosa de "se perder" em uma terra rica em charme e redescobrir as evocações extraordinárias de um dos artistas mais influentes do 900 italiano.

Fino al 30 aprile 2012 a cura di Marco Meneguzzo e Giuliana Godio. Un percorso che si snoda in un vero e proprio museo diffuso in nove sedi, tra ville, palazzi storici e musei. Splendida occasione per “perdersi” in una terra ricca di fascino e ritrovare le straordinarie evocazioni di uno degli artisti più influenti del ‘900 italiano.





Esculturas emblemáticas e evocativas de Pomodoro nunca deixam de surpreender pela força inerente na forma e na matéria. A plasticidade que as caracteriza, geométricas ou sinuosas, preciosas ou rigorosas torna o foco do diálogo mais emocionante, com espaços de entretenimento, especialmente quando o contraste cria uma profunda tensão, como no caso do 
importante  "museu difuso" criado em Monferrato com a maior retrospectiva dedicada a ele.

Emblematiche e suggestive, le sculture di Giò Pomodoro non smettono di stupire per la forza insita nelle forme e nella materia. Il plasticismo che le caratterizza, geometrico o sinuoso, prezioso o rigoroso le rende oggetto del più emozionante dialogo con gli spazi ospitanti, soprattutto quando il contrasto crea una tensione profonda come nel caso dell’importante “museo diffuso” creato in Monferrato con la più grande antologica dedicatagli.







Juliana Godio, contando um Giò Pomodoro inédito e privado, o escultor que olhava a beleza dos Alpes Apuanos e ali encontrava a alma do mármore, a pureza e o canto, o som de uma história interminável de beleza que leva a memória devida a Michelangelo enquanto procura a alma de suas obras-primas nos blocos de mármore. "

Dice Giuliana Godio, raccontando un Giò Pomodoro inedito e privato“lo scultore che guardava la bellezza delle Apuane e lì trovava l’anima del marmo, la purezza e il canto, il suono di una storia infinita e fatta di bellezza che trascina la memoria alle vicende di Michelangelo mentre ricerca le anime dei suoi capolavori nel blocco di marmo”.







"Será que Hermes, o deus dos ladrões, me levará embora, me roubará". 
Giò Pomodoro  foi um homem muito cuidadoso, muito culto, conta Juliana Godio, as suas obras representam a sua eternidade, uma eternidade, tão absoluta como o "abraço que se percebe na obra mais intensa. Entrevista, com o filho o bronze monumental, que pertence ao período dos contatos revelando a intensa relação entre pai e filho.

“Verrà Hermes, il Dio dei ladri, e mi porterà via, mi ruberà.” Giò Pomodoro era un uomo attentissimo, coltissimo, racconta Giuliana Godio, le sue opere rappresentano la sua eternità, ma rappresentano anche un’eternità assoluta, come l’abbraccio che si percepisce nell’opera più intensa, Colloquio col figlio il bronzo monumentale che appartiene al periodo dei Contatti e rivela l’intenso rapporto fra padre e figlio.







Gio estudava a luz, vento, escutava o barulho da chuva sobre o mármore branco em Pietrasanta no seu jardim, olhando o céu estrelado e pensava nos mitos da Grécia antiga. Ele amava as vozes do silêncio, o murmúrio do vento e a força do sol. Ele capturou a essência do universo transformando-a em estilo, moldou novos sóis, criou novas tensões, abriu diálogos com a matéria e a 
 forma absoluta e deixou uma herança ainda inexplorada em seus valores científicos, filosóficos, matemáticos.

Giò studiava il vento, la luce, spiava il tintinnio della pioggia sul marmo bianco del suo giardino a Pietrasanta, guardava il cielo stellato e pensava ai miti dell’antica Grecia. Amava le voci del silenzio, il sussurrare del vento e la potenza del sole. Ha catturato le essenze dell’universo tramutandole in stile, ha plasmato nuovi soli, ha creato nuove tensioni, ha aperto dialoghi assoluti con la materia e la forma e ha lasciato un patrimonio artistico ancora in parte inesplorato nelle sue valenze scientifiche, filosofiche, matematiche.







A monumentalidade do seu trabalho não é dada pelas dimensões, Pomodoro é monumental no seu pensamento artístico, o desenvolvimento de uma escultura em grandes medidas se adiciona apenas quando a mesmo é colocada em um grande espaço quando a imponência se torna um diálogo com o espaço, assim como a grande escultura branca no porto de Génova, a última coisa que o homem saúda antes de se aventurar no mar.

La monumentalità delle sue opere non è data dalle dimensioni, Giò Pomodoro è monumentale nel suo pensiero artistico, lo sviluppo di una scultura in grandi misure si aggiunge solo quando la stessa è collocata in un grande spazio, quando l’imponenza diviene dialogo con lo spazio, così come la grande scultura bianca nel porto di Genova, l’ultima cosa che l’uomo saluta inoltrandosi in mare.







quinta-feira, 1 de março de 2012

Peggy Guggenheim coleciona: Arte Européia: 1966-2001


William G. Congdon, Venice #1, 1957, Peggy Guggenheim Collection, Venice, © The William G. Congdon Foundation, Milano.



29 fevereiro - 6 maio, 2012
Peggy Guggenheim Collection
Palazzo Venier dei Leoni
Veneza





Alan Davie, Orange Jumper, 1960, Oil on paper, 35 x 91 cm, Peggy Guggenheim Collection, Venice.


Arte Européia: 1966-2001:  uma seleção de obras do museu de pinturas européia do pós-guerra e de esculturas, na maior parte do período1949-79, estão instaladas nas galerias 
exposições temporárias do museu.

European Art, 1949-1979: a selection of works from the museum’s holdings of postwar European painting and sculpture, largely from the period 1949-79, are installed in the museum’s temporary exhibition galleries
.




Gastone Novelli, Una delle sale del museo, 1960, Solomon R. Guggenheim Foundation, Venice, Gift, Fondazione Araldi Guinetti, 2011.46, © Archivio Gastone Novell.




Esta exposição documenta como Peggy Guggenheim continuou a colecionar, mesmo após sua retirada de Nova York, centro da vanguarda artística, em 1947, ano em que fechou sua galeria-museu de Arte do século XX.

This exhibition documents how Peggy Guggenheim continued to collect even after her withdrawal from New York, center of the artistic avant-garde, in 1947, the year she closed her museum-gallery Art of This Century





Karel Appel, The Crying Crocodile Tries to Catch the Sun, 1956, Peggy Guggenheim Collection, © Karel Appel, by SIAE 2012



Esta exposição é, portanto, uma celebração da vida Peggy Guggenheim de Veneza e sua permanência no Palazzo Venier dei Leoni.

This exhibition is therefore a celebration of Peggy Guggenheim’s Venetian life and her residence in Palazzo Venier dei Leoni.







Pierre Alechinsky, Aztec Volcano (Volcan aztèque), 1971, Solomon R. Guggenheim Foundation, Venice, Gift, Enrico and Fiorella Chiari 84.3253, © Pierre Alechinsky, by SIAE 2012.



É também uma oportunidade de expor doações, obras que entraram na Fundação de Veneza desde a morte de Peggy Guggenheim, em 1979.

t is also however an opportunity to exhibit donations, works that have entered the Venetian Foundation since Peggy Guggenheim’s death in 1979.






Graham Sutherland, Organic Form, 1962-68, Peggy Guggenheim Collection, Venice




http://www.guggenheim-venice.it/inglese/default.html




domingo, 19 de fevereiro de 2012

Vanguardas do Mar Báltico (1890-1930)


Alexej Jawlensky, Sturmkiefern in Prerow (Pini a Prerow), 1911 © Merzbacher Kunststiftung



De 11 março - 10 junho de 2012, o Museu Municipal de Arte Moderna de Ascona anfitrião da exposição Vanguardas do Mar Báltico (1890-1930), que vai apresentar as obras de alguns protagonistas dos movimentos artísticos do início do século XX, dos expressionistas aos Dadaistas , representantes da arte degenerada.

Dall’11 marzo al 10 giugno 2012, il Museo Comunale d’Arte Moderna di Ascona ospiterà la mostra Il mar Baltico delle Avanguardie (1890-1930), che presenterà i lavori di alcuni protagonisti dei movimenti artistici di inizio Novecento, dagli Espressionisti ai Dada, esponenti dell’arte degenerata.






Ivo Hauptmann, Faro di Hiddensee, 1921; © Ivo Hauptmann Archiv, Erknen und Berlin


Nas margens do Lago Maggiore, na Suíça, voltam a reunir-se alguns dos protagonistas dos movimentos artísticos do início do século XX, dos expressionistas aos Dadaistas, expoentes da arte degenerada .


Sulle sponde svizzere del lago Maggiore, tornano a riunirsi alcuni dei protagonisti dei movimenti artistici di inizio Novecento, dagli Espressionisti ai Dada, esponenti dell’arte degenerata.


Erich Heckel, Stralsund, 1912; © Kulturhistorisches Museum Rostock


Pela primeira vez, 60 obras de mestres como Lovis Corinth, Lyonel Feininger, Erich Heckel, Max Pechstein, Karl Schmidt-Rottluff, Marianne Werefkin, Alexej Jawlensky, Hans Arp, Sophie Taeuber-Arp, George Grosz e outros vão reconstruir a história da singular estação no Mar Báltico que a cada ano era povoada pelos maiores expoentes da vanguarda do século passado.

Per la prima volta, 60 opere di maestri quali Lovis Corinth, Lyonel Feininger, Erich Heckel, Max Pechstein, Karl Schmidt-Rottluff, Marianne Werefkin, Alexej Jawlensky, Hans Arp, Sophie Taeuber-Arp, George Grosz e altri, ricostruiranno la storia della singolare ‘stazione turistica’ sul Mar Baltico che ogni anno era popolata dai maggiori esponenti delle avanguardie del secolo scorso.





Hannah Höch, Schnurbild (Quadro con spago), 1923/25 © Fondazione Marguerite Arp, Locarno



A exposição, reconstruirá pela primeira vez, de forma abrangente o quadro geral dos hóspedes dessas terras ribeirinhas do Mar Báltico, além de oferecer toda a gama de estilos modernos da primeira metade do século XX.

La mostra, per la prima volta, ricostruirà in modo esaustivo il quadro generale degli ospiti di quei territori lambiti dal mar Baltico, offrendo così anche l’intero ventaglio degli stili dell’arte moderna della prima metà del XX secolo.






Karl Schmitt-Rottluff, Due donne, 1914, © 2012, Pro Litteris, Zurich




Do impressionismo de Lovis Corinth, frequentador do lugar desde 1890, ao neo impressionismo de Ivo Hauptmann, ao expressionismo de Cesar Klein, e o lírico de Marianne Werefkin e Alexej Jawlensky, e ainda o social de Erich Heckel, Max Pechstein e Karl Schmidt-Rottluff. Com a grande guerra aparecerão os dadaístas desiludidos como George Grosz, Hans Arp, Sophie Taeuber, Kurt Schwitters, Raoul Hausmann e Hannah Hoch, presente individualmente ou em grupos, de 1916 à década de trinta.

Dall’impressionismo di Lovis Corinth, frequentatore della zona fin dal 1890, al neoimpressionismo di Ivo Hauptmann, all’espressionismo di Cesar Klein, a quello lirico di Marianne Werefkin e Alexej Jawlensky, a quello sociale di Erich Heckel, Max Pechstein e Karl Schmidt-Rottluff. Con la grande guerra si assisterà poi alla presenza dei disincantati dadaisti come George Grosz, Hans Arp, Sophie Taeuber, Kurt Schwitters, Raoul Hausmann e Hannah Höch, presenti singolarmente o in gruppo, dal 1916 agli anni Trenta.






Max Pechstein, Einholen des Bootes, Museo di Lucerna © Pechstein Hamburg/Toekendorf / 2012, ProLitteris, Zurich




A estes são se juntam exemplos deo constutivismo expressionista de Lyonel Feininger e o construtivismo e nova objetividade de Alexander Kanoldt, à ordem de Willy Jaeckel e Max Kaus, concluindo com a arte da Bauhaus não-objetiva, e depois informal de Ernst Wilhelm Nay.

A questi, si aggiungono esempi del costruttivismo espressionista di Lyonel Feininger e quello della nuova oggettività di Alexander Kanoldt, fino al ritorno all’ordine di Willy Jaeckel e di Max Kaus, per concludere con l’arte Bauhaus non oggettiva e poi informale di Ernst Wilhelm Nay.






Marianne Werefkin, Libretto di schizzi © Fondazione Marianne Werefkin



http://www.museoascona.ch/






Museo Comunale d'Arte Moderna
via Borgo 34
CH-6612 Ascona

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Per Kirkeby e as 'Pinturas Proibidas" de Kurt Schwitters


Per Kirkeby, Untitled, 1982, Chalk on Masonite, 122 x 122 cm, Galerie Michael Werner.


Bozar
Bruxelas
de 2 fevereiro - 20 maio, 2012






Per Kirkeby, © Helene Sandberg.

 
O Centro de Belas Artes apresenta uma retrospectiva da obra de Per Kirkeby (nascido em 1938), um dos pintores chave da vanguarda dinamarquêsa.






Per Kirkeby, Hest (Horse), 1981, Oil on canvas, 200 x 240 cm, Private collection.

 Mas o que significa a vanguarda: a ruptura, o minimalismo, a captação, empréstimos a subversão,? Pode-se encontrar tudo isto em um corpo de trabalho prolífico que começou na década de 1960, na esteira do movimento Fluxus.


But just what does avant-garde mean: rupture, minimalism, abstraction, borrowings, subversion? One can find all of those in a prolific body of work that began in the 1960s in the wake of the Fluxus movement.






Per Kirkebym 'Vermisst die Welt', 1997, Oil on canvas, 300 x 500 cm, Folkwang Museum, Essen.



Mas isso é apenas um aspecto de uma obra muito diversificada que atrai tanto na figuração do classicismo dinamarquês e as experiências  dos mestres francesesdo século 19, como Eugène Delacroix.

But that is only one aspect of a very diverse oeuvre that draws just as much on the figuration of Danish classicism and the experiments of 19th-century French masters such as Eugène Delacroix.






Kurt Schwitters, Lysaker, about 1939, oil on plywood, 85,5 x 78 cm, 88 x 80,5 cm (frame), Kurt und Ernst Schwitters Foundation, Hannover, photos: Kurt Schwitters Archives at the Sprengel Museum Hannover, photographer: Michael Herling / Aline Gwose, Sprengel Museum.


Kirkeby não pode ser classificado, nem ele quer ser: ele prefere implacavelmente questionar a posição e as percepções do observador, um processo artístico que o viu voltar-se para diferentes mídias (tela, quadros, papel, bronze, etc) em uma afirmação da liberdade que encontra, como um geólogo treinado, na onipresença da natureza.


Kirkeby cannot be pigeonholed, nor does he want to be: he prefers to relentlessly question the position and the perceptions of the observer, an artistic process that has seen him turn to different media (canvas, blackboards, paper, bronze, etc.) in an assertion of the freedom he finds, as a trained geologist, in the omnipresence of nature.







Per Kirkeby, Untitled, 2011, Tempera on canvas, 200 x 160 cm, Galerie Michael Werner.


O artista dinamarquês reconhece neste trabalho o seu próprio credo: uma afirmação visceral de sua liberdade como artista.

The Danish artist recognises in this work his own credo: a visceral assertion of his freedom as an artist.




 
Kurt Schwitters, Parti fra Skodje ved Ålesund (Partial View from Skodje near Ålesund), 1940, oil on wood, 63,8 x 49,5 cm, Kurt und Ernst Schwitters Foundation, Hannover, photos: Kurt Schwitters Archives at the Sprengel Museum Hannover, photographer: Michael Herli.



O pintor e escultor dinamarquês, Per Kirkeby e arquiteto nasceu como o filho de um engenheiro de Copenhagem, em 1 de outubro de 1938.

The Danish painter, sculptor and architect Per Kirkeby was born as the son of an engineer in Copenhagen on October 1, 1938.






Per Kirkeby, Laeso - Kopf IV, 1983, Bronze, Edition: 6+0, Guß 4/6 66 x 32 x 25 cm Galerie Michael Werner.



Suas atividades na cena de artística  dinamarquêsa datam de volta aos anos 1950 e 1960, quando ele contribuiu para Fluxus e os Happenings. Em 1962 Kirkeby se juntou ao grupo de arte de vanguarda "Den Ekperimenterende Kunstkole".


His first activities in the Danish art scene date back to the 1950s and 1960s, when he contributed to various Fluxus and Happening activities. In 1962 Kirkeby joined the avant-garde art group "Den Ekperimenterende Kunstkole."





Per Kirkeby 'Viel später', 1991-1992 Oil on canvas 300 x 500 cm Louisiana Museum of Modern Art.



É neste contexto que a sala de Kurt Schwitters na exposição é tão relevante.

It is in this context that the Kurt Schwitters room in the exhibition is so relevant.






Per Kirkeby Untitled, 1998 Oil on canvas 200 x 260 cm Essl Museum – Kunst der Gegenwart.






Per Kirkeby, 'Modell für Antwerpen', 1992 Bronze, Edition: 6, 5/6 12 x 33 x 23 cm Galerie Michael Werner.

 
http://www.bozar.be/activity.php?id=6446








Bozar
Rue Ravenstein 23
+ 32 (0)2 507 82 00
Brussels