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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Do Nilo à Alexandria - Histórias das Águas






De 26 de novembro de 2011 a 27 de maio de 2012
o Museu de Tessé, em Le Mans, inaugura uma exposição especial e inédita na França: "Do Nilo à Alexandria - Histórias das Águas".







É toda a vida ao longo do rio Nilo, rio alimentador, símbolo do Egito milenar, que é evocada nesta exposição.






Numa cenografia original, mais de 80 objetos das maioiores coleções arqueológicas estão expostos juntamente com muitos documentos, desenhos, planos e maquetes.







Fundada a 30 km do Nilo, em uma região desprovida de fontes de água doce, o fornecimento e gestão da água sempre foi uma preocupação vital para Alexandria.







Desde o reinado de Ptolomeu 1, um canal, construído por mãos humanas, liga a cidade ao Nilo.








Com água do rio alimentadora, é o Egito milenar que chega até a Alexandria grega, com as sua imagens tradicionais da vida aquática, sua práticas religiosas e funerárias.







Esta problemática da água de ontem e de hoje em Alexandria foi desenvolvido pelo Centro de Estudos da Alexandria através de maquetes e um rico acervo de documentos, apresentados numa museografia bem real.




















A exposição está sendo apresentada nos salões do primeiro andar do museu de Tesse. O cenário colorido divertido e interativo, convida os visitantes a olharem através da história do Egito e da Alexandria, sobre ao problema vital da água ontem e hoje.










































http://www.lemans.fr/page.do?t=2&uuid=C379D1AF-7F000001-662AFB27-697876CD










Le musée de Tessé
2 Avenue de Paderborn, 72100 Le Mans, França
+33 2 43 47 38 51


domingo, 13 de novembro de 2011

Jacques Villon, nascido Gaston Duchamp (1875-1963), no Museu de Angers




A exposição Jacques Villon
04 de novembro de 2011 - 01 de abril de 2012
Museu de Belas Artes de Angers





Jacques Villon, "Tête de femme", 1914




Jacques Villon (1875 Damville - Puteaux 1963), cujo nome verdadeiro é Gaston Emile Duchamp, é o irmão mais velho de Marcel Duchamp, do escultor Raymond Duchamp-Villon e de Suzanne Duchamp, também pintora, que se casou com o artista dadaísta Jean Crotti.




Marcel Duchamp, Jacques Villon, Raymond Duchamp (1912)


Família incrível de artistas em um ambiente cultural considerável que favoreceu a sua orientação! Villon escolheu seu pseudônimo em homenagem ao poeta francês François Villon.




Jacques Villon, "L'Espace", 1932



De espírito independente como seus irmãos e irmã, seu estilo deve muito ao Cubismo, no qual Villon se dedicou de uma forma muito pessoal, compondo o fascínio pela mecânica o movimento e as teorias da pintura com as emoções da natureza.
 

O reconhecimento da importância da obra de Villon intervem na carreira do artista no final de 1940, quando ele já tinha feito mais de 800 pinturas e cerca de 500 gravuras.







Aos 16 anos ele fez sua primeira gravura com seu avô, o pintor e gravador Emile Nicolle,  de Rouen. De 1894 a 1906 ele trabalhou como cartunista e ilustrador para  vários jornais parisienses, como Assiette au Beurre.

A partir de 1906 dedicou-se à pintura, influenciado por Edgar Degas e de Henri Toulouse-Lautrec. Em 1911, ele iniciou a criação do grupo de Puteaux e a "Section d’or", que reúniu em torno de seus irmãos e irmã artistas como Gleizes, Metzinger, Picabia, Gris, Léger, Delaunay e Kupka.








Ele participou da exposição, Armory Show, em Nova York em 1913. Depois da guerra,
quando foi convocado a participar do combate, Villon retoma seu trabalho como pintor e gravador.

O negociante Louis Carré adquiriu em 1942 o seu atelier e o ajuda apoiando os "jovens pintores da tradição francesa" colocando-o no cenário artístico.





Jacques Villon : Ferme normande



Em 1944, uma exposição lhe é dedicada na galeria da França; será a primeira de uma longa série que fará expor as suas obras nos principais museus franceses e estrangeiros. É um dos raros  pintores franceses a ter sua reputação preservada nos Estados Unidos.

Para a exposição de Angers, muitos museus e galerias francesas e americanas, alguns particulares e a família concordaram em emprestar suas obras.





 


Musée des Beaux-Arts d’Angers
14, rue du musée
Horário: de terça a domingo das 10h às 18h
Preços: 4 € 3 €
http://www.musees.angers.fr/